“Prefeitura no Bairro” faz 7 mil atendimentos em apenas uma semana

Na sexta-feira (14), o Prefeito Haddad e o Vereador Vavá participaram de  um almoço na churrascaria Grelha Gaúcha, com empresários e lideranças de Ermelino Matarazzo e Ponte Rasa, dentre elas o Eng. Reinaldo Fabiano, Coordenador de CPDU e Leandro, chefe de Gabinete da subprefeitura, a ex-vereadora Ana Martins e o empresário Mauricio da Sorvetes Kidelícia. O prefeito veio participar do programa Prefeitura no Bairro acompanhado da vice- prefeita Nádia Campeão e do Secretário Alexandre Padilha.
Na ocasião, Fernando Haddad falou de seus projetos na prefeitura e citou que a região de Ermelino está batendo recorde de demandas no programa Prefeitura no Bairro. “Atendemos cerca de 7.000 cidadãos em apenas uma semana o que é muito bom para melhorar a qualidade da administração pública, que sem participação popular não vai para frente”, enfatizou ele. O prefeito aproveitou para falar de outros projetos do bairro, como o Hospital Dia da Rede Hora Certa de Ermelino Matarazzo, que será sediado no local do Hospital Menino Jesus.
Durante a 18ª edição do programa, a Prefeitura realizou ainda 113 podas de árvores, corte de 43.700 metros de grama e limpeza de 153 bocas de lobo. A Vigilância Sanitária visitou ainda mais de 1.221 residências e 12 comércios da região beneficiada pela ação integrada. Por meio da operação Cata Bagulho foram retiradas 20 toneladas de itens e 15,8 toneladas de limpeza de entulho em descartes irregulares.
Além do prefeito e da vice-prefeita, também participaram do “Prefeitura no Bairro” os secretários municipais Luiz Antonio de Medeiros (Coordenação das Subprefeituras), Marianne Pinotti (Pessoa com Deficiência e Mobilidade Urbana) e Alexandre Padilha (Relações Governamentais), entre outros. 

Grupo Acontece recusa homenagem do Prêmio Gutenberg da ACSP

O Grupo Acontece de Jornais e Revista fundado há 20 anos e dirigido por mim, Divaldo Rosa, desde o começo é o grupo de comunicação da zona leste mais homenageado pelo Prêmio Gutenberg da ACSP, porém, nesta 8a. edição da homenagem, criada para destacar os melhores veículos da mídia impressa regional, decidimos não aceitar a homenagem como forma de alertar aos organizadores do prêmio, bem como aos superintendentes das Sucursais da ACSP da Zona Leste, sobre a perda de credibilidade e a falta de critérios mínimos para tornar esta homenagem uma referência em nossa região e em toda cidade de São Paulo.
Em meu modesto entendimento, o Prêmio Gutenberg deveria ser uma referência para o mercado empresarial que busca informações sobre as melhores mídias da região, uma referência que pudesse conferir status aos veículos homenageados e servir de estímulo aos veículos que não alcançaram a honraria.  Infelizmente, isto não vem acontecendo, pois presenciamos uma série de equívocos nas últimas premiações, algumas eu acusei de pronto o meu descontentamento, mas nada foi feito para sanar as falhas. 
Com esta atitude, o Grupo Acontece de Jornais e Revista espera chamar a atenção da Diretoria da ACSP e de suas Superintendências locais, pois se não houver uma séria correção dos rumos, o Prêmio Gutenberg vai cair numa vala comum de falta de credibilidade e de legitimidade. E o seu patrono não merece tamanha ofensa.
Diante da minha recusa em participar, recebi duas ligações de Fernando Velucci, Superintendente da Distrital São Miguel e da Eliana, gerente da Distrital São Miguel, tentando me convencer a voltar atrás em minha decisão.  Esta decisão poderá contribuir para melhorar o Prêmio e por isso decidimos manter a nossa posição, deixando claro tratar-se de uma postura profissional e não pessoal. Sempre admirei e respeitei o Velucci, ele deu maior dinamismo à Distrital São Miguel e espero que a nossa decisão não interfira em nossa amizade. 
O que fazer para conferir mais credibilidade 
e legitimidade?

Como participei de todas as edições do Prêmio Gutenberg e também participo de entidades representativas dos jornais e revistas, conheço os pontos fracos da nossa categoria e sei o que está faltando para tornar o Prêmio Gutenberg uma referência importante. Apresento abaixo (6) seis providências que se forem adotadas, poderão mudar os rumos e  aumentar a credibilidade desta homenagem:

1) Estabelecer parceria com as entidades representativas dos Jornais e Revistas (AJORLESTE e SINDJORB), para criar um critério único de  avaliação dos veículos homenageados.
2) Definir quem pode ser homenageado, se apenas os  jornais e revistas ou toda mídia (impressa, falada, televisiva e web), ou ainda profissionais e estudantes da área, etc.
3) Estabelecer critérios para os veículos serem homenageados como: prazo de existência mínima do veículo;  apresentar prova  física de periodicidade regular; estabelecer quantidade mínima de páginas para jornais e revistas.
4) Estimular participação dos veículos, mediante inserção de publicidade institucional da ACSP nos jornais homenageados.
5) Publicar critérios no site da ACSP para escolha dos veículos homenageados  e  a lista dos veículos escolhidos com  uma sinopse de suas informações básicas, que poderão ser acessadas pelos agentes do mercado publicitário.
 6) Utilizar informações disponíveis nas Secretarias de Comunicação dos governos Federal (MidiaCad), Estadual (CAUFESP) e Municipal, onde os veículos precisam atender uma série de exigências para estar com sua situação regular.

Cartão de crédito: saiba usar a seu favor. Pag. 06

O cartão de crédito é uma modalidade de pagamento das mais populares no Brasil e no mundo. No País, existem mais de 85,7 milhões de cartões ativos, segundo dados do Banco Central. Mas é preciso saber como usá-lo para não se prejudicar com os altos juros cobrados, principalmente quando se faz uso do rotativo.
De acordo com o BC, não existe um limite máximo para as taxas de juros cobradas pelas emissoras de cartão de crédito. As taxas variam de instituição para instituição, não detendo o Banco Central atribuição legal para fixá-las ou intervir para que sejam alteradas.
Para verificar as taxas, muitos órgãos de defesa do consumidor divulgam mensalmente as variações do mercado. O BC também disponibiliza as tarifas das instituições financeiras para consulta.
Tarifas 
Desde junho de 2011, segundo resolução do Banco Central, o pagamento mensal não poderá ser inferior a 15% do valor total da fatura e só poderão ser cobradas cinco tarifas referentes à prestação de serviços de cartão de crédito. Quais sejam elas: 
a. anuidade;
b. para emissão de 2ª via do cartão;
c. para retirada em espécie na função saque;
d. no uso do cartão para pagamento de contas; 
e. no caso de pedido de avaliação emergencial do limite de crédito.
Conheça as exceções na cobrança de serviços vinculados a cartão de crédito
Além das tarifas acima, podem ser cobradas ainda taxas pela contratação de serviços de envio de mensagem automática relativa à movimentação ou lançamento na conta de pagamento vinculado ao cartão de crédito e pelo fornecimento de plástico de cartão de crédito em formato personalizado. Esses serviços são considerados “diferenciados” pela regulamentação.
Pagamento mínimo
O valor mínimo da fatura de cartão de crédito a ser pago mensalmente não pode ser inferior a 15% do valor total da fatura. Caso opte pelo pagamento mínimo, o cliente assume o uso do rotativo e os procedimentos a serem adotados nessas situações. É importante saber que ao não realizar o pagamento total da fatura, você estará contratando uma operação de crédito, sujeita à cobrança de juros sobre o saldo não liquidado. As operações de crédito estão sujeitas à incidência de encargos financeiros. As taxas de juros são livremente pactuadas entre o cliente e a emissora do cartão e devem constar no contrato.

Em busca de emprego? Saiba quais os setores que mais resistem à crise

A desaceleração da economia acabou com a bonança do mercado de trabalho brasileiro - mas o que isso quer dizer, na prática, para quem está desempregado ou quer mudar de emprego? Onde procurar e o que esperar do mercado em um cenário de crise? Nos últimos anos, se tornaram relativamente comuns nos grandes centros urbanos brasileiros casos de profissionais que pulavam de um emprego a outro, atraídos por salários mais altos e melhores condições de trabalho. Agora que a crise chegou ao mercado de trabalho, mais brasileiros estão perdendo seus empregos, e a competição pelos postos disponíveis está cada vez mais acirrada. Confira uma lista de alguns setores e áreas de atuação que, apesar de não estarem imunes à crise econômica, segundo os consultores, ainda têm mostrado alguma resiliência na geração de empregos e oferecem oportunidades para bons profissionais.
1. Tecnologia
Entre os cargos com mais vagas abertas estão analista/técnico de suporte, desenvolvedor e programador. Para o cargo de diretor de TI, o salário médio seria superior a R$ 17 mil, e para o de gerente de TI, superior a R$ 7 mil. Os sites de internet, empresas de tecnologia e start-ups têm conseguido seguir na contramão (do aumento do desemprego) e se manter em crescimento. E o que é melhor: com salários atraentes
2. Saúde
As boas perspectivas de longo prazo fazem com que os serviços da área de saúde mantenham as contratações mesmo em meio à crise. Essa é uma das áreas em que muitas famílias resistem em fazer cortes quando são obrigadas a enxugar o orçamento. E fenômenos como o envelhecimento da população e maior acesso a planos de saúde privados contribuem para criar boas perspectivas para o setor. 
3. Educação
Os cortes e incertezas ligados a programas governamentais da área de Educação, como o Pronatec e o Fies, tiveram impacto negativo sobre a rede privada de ensino superior. Mas o mercado de trabalho do setor de Educação como um todo tem mostrado grande resistência em meio à desaceleração. Trata-se de um segmento que atrai muitos investimentos porque exige um aporte inicial relativamente baixo se comparado, por exemplo, à exploração de petróleo ou à construção civil e, no longo prazo as perspectivas são de crescimento. 
4. Seguros e setor financeiro
Os profissionais da área financeira ainda são relativamente demandados, mas os que podem se mover com mais facilidade são aqueles que têm um entendimento mais amplo dos negócios – ou seja, que sabem não só o que é preciso para enxugar os custos, mas também como ampliar as vendas. Os setores de seguros e os bancos, em particular, estão resistindo bem à desaceleração da economia, apesar de analistas manifestarem alguma preocupação com um aumento dos índices de inadimplência e com a exposição de alguns grupos a empresas que podem passar por dificuldades em função das repercussões da operação Lava Jato. 
5. Vendas
O profissional de vendas é quem pode virar o jogo no momento de escassez. Por isso, há uma grande procura por aqueles que de fato conseguem trazer resultado nessa área em empresas de todos os segmentos. É claro que muitas redes estão enxugando seu quadro de pessoal. Mas, no geral, as empresas têm um limite para cortar pessoal de vendas ou reduzir contratações, já que isso pode afetar muito seus resultados.
6. Agronegócios
A Confederação Nacional da Agricultura reclama que a inflação elevada, a retração no PIB e as taxas de juros crescentes estariam inibindo as atividades da agropecuária brasileira. Mas o agronegócio ainda deve ter um desempenho melhor que o resto da economia. Entre os setores que estão crescendo se encontram a produção de carnes e os produtos florestais. Eles estão se beneficiando bastante do aumento das exportações, agora que o real está mais desvalorizado.

Jornal Acontece Agora - Edição 388


Jornal Folha do Itaim & Curuçá - Edição 243


Artistas locais reivindicam por espaço no Mercadão de São Miguel

Na última quarta-feira (12), aconteceu no anfiteatro da subprefeitura de São Miguel um encontro entre as lideranças locais, funcionários da subprefeitura, conselheiros participativos e alguns artistas da região.
O intuito principal do evento era que fosse implantado nas dependências do Mercadão Municipal de São Miguel um espaço direcionado à cultura do bairro, assim como temos o exemplo do mercado do Parque Dom Pedro e também foi citada na reunião a criação do tão esperado Centro Cultural de São Miguel Paulista, luta esta cuja bandeira vem sendo levantada pelo MPA (Movimento Popular de Arte) há mais de 30 anos e que até agora não foi solucionado.  
Estiveram  na reunião o subprefeito Adalberto Dias, a chefe de gabinete Célia Assumpção, jornalista e líder comunitário Idevanir Arcanjo, Jadir Nascimento assessor parlamentar, jornalista e artista Zé da Lua, supervisor de cultura de São Miguel Pedro Roney, administradora do Mercado Municipal de São Miguel Fernanda Bones, conselheira participativa Tishuko, coordenador da fundação Tide Setubal Marcelo, entre outros.
À frente da reunião, o artista e jornalista Zé da Lua agradeceu a presença de todos e fez questão de enaltecer os trabalhos dos artistas locais que buscam por um espaço público no bairro para expor seus trabalhos.
“Primeiramente quero agradecer a todos os presentes. Nossa ideia aqui hoje é angariar um local específico dentro do mercadão para que nossa região possa ganhar um espaço cultural. E buscar também a implantação de um centro cultural em nossa região.Admitimos que esta luta não vem de hoje, são anos e anos lutando por um centro cultural. Acredito que o povo de nossa região merece isto. Temos muitos artistas com trabalhos extraordinários que precisam ser expostos para a população”.
Questionado pela falta de outros artistas locais não estarem presentes na reunião, Zé da Lua explicou que a grande maioria dos artistas tem trabalhos fixos e não puderam comparecer na reunião marcada com antecedência. “Temos muitos outros artistas que também lutam, levantam esta bandeira, porém não puderam estar aqui hoje porque tem trabalhos externos, mas já garanto que se marcarmos para um período noturno eles farão questão de participar também”.
Segundo o subprefeito Adalberto Dias, a implantação do centro cultural na região de São Miguel é um de seus sonhos antigos. “Como morador da região, o sonho dos artistas é o meu também, São Miguel Paulista merece um espaço para a população conhecer o trabalho de nossos artistas. Mas para isto é preciso a força do MPA, é necessário todos eles aqui lutando para adquirir o espaço. Acredito que juntos faremos toda a diferença”.

Após as considerações finais, a próxima reunião ficou agendada para dia 18 de agosto às19h, na Subprefeitura de São Miguel Paulista, com a presença dos demais membros do MPA. 

Fernando Haddad concede entrevista exclusiva aos jornais de bairro


Fernando Haddad se orgulha muito de ser professor universitário e tem horror à demagogia, que qualifica como a “corrupção da política”. Firme em suas convicções, ele diz que “quem não tem coragem de governar, não deveria se arriscar, porque hoje para governar precisa de coragem, que é o que está faltando na vida política”. Mesmo com as dificuldades impostas pelo cenário econômico nacional e internacional, que impuseram um crescimento zero na economia da cidade e uma recessão de 2% no Estado de São Paulo, Haddad se diz otimista na consecução de suas metas de governo. Mais que isso, ele elenca algumas ações efetivas que melhoraram a vida do paulistano, como as faixas exclusivas de ônibus que diminuíram em até 90 minutos o tempo diário das viagens dos ônibus urbanos, durante entrevista que o prefeito concedeu na última quinta 30, para a AJORLESTE e os jornais de bairro da Zona Leste.

Qual o legado que o Plano Diretor Estratégico proporcionará à cidade nos próximos 16 anos?
O Plano Diretor organiza o desenvolvimento urbano em torno dos chamados eixos de mobilidade. Onde tem eixo de mobilidade constrói.
Nos eixos de mobilidade haverá um tamanho máximo de imóveis que poderão ser construídos. Justamente pensando na família moderna, que é uma família mais enxuta, tem muitos desenhos familiares hoje que não existiam 30 anos ou 40 anos atrás. 
Qual a avaliação do Programa Prefeitura no Bairro, quais são os primeiros resultados?
A Prefeitura no Bairro é uma forma de comunicação. É uma maneira de você aproximar as secretarias das subprefeituras. 
Qual a previsão de melhoria no atendimento da saúde para o paulistano?
Os contratos que estão sendo renovados contam com uma cláusula que não existia. Como era feito o contrato com as OSs? Era um contrato com meta. Cumpriu a meta, a pessoa podia parar de atender que ela recebia. Isso foi contestado pelo Tribunal de Contas na administração anterior e nós fizemos um chamamento público para renovar este contrato com uma cláusula garantindo equipes mínimas, cumprindo ou não a meta. Independentemente de cumprir a meta você tem que manter uma equipe de profissionais de saúde no local. Isso está sendo concluído agora.
O jornalista Divaldo Rosa, representando os jornais de São Miguel perguntou sobre as obras do Mini Anel Viário de São Miguel e da Avenida Gualtar em Itaquera, obras fundamentais para melhoria do trânsito das suas regiões.
Sobre a Avenida Gualtar eu não sei dizer por que ainda não foi iniciada a obra, pois eu já mandei fazer. Realmente é uma obra prioritária para os moradores do Vale do Aricanduva  e não vai custar nada para a cidade, pois o Shopping Aricanduva decidiu fazer a obra e doa para a municipalidade. O problema com o CEU Aricanduva já foi solucionado no projeto apresentado pelo shopping com a colocação de uma passarela ligando os dois prédios, portanto não sei por que razão ainda não foi iniciado a obra. Mas prometo me informar e te passar a informação o mais rápido possível. Quanto à obra de São Miguel depois que estive lá na esquina da Imperador com a Pires do Rio ficamos sabendo que ainda não tinha o projeto, então mandamos fazer o projeto e isto leva algum tempo, infelizmente não vai sair tão rapidamente como a população gostaria.
Por que o Corredor da Avenida Celso Garcia não entrou no PAC?
O corredor da Celso Garcia não entrou nos 150 quilômetros do PAC em função do custo das desapropriações. O projeto está pronto, certamente vai acabar sendo feito, não existia nem projeto, mas ali nós vamos ter que fazer uma parceria público-privada, provavelmente para viabilizar a obra. É uma obra muito cara. Então provavelmente vai ser no âmbito de uma operação urbana ou de uma intervenção urbana. Mas não está nos 150 quilômetros que nós licitamos.
A redução de velocidade nas marginais e nas principais avenidas, deixou a cidade mais emperrada?
A redução da velocidade máxima nas vias urbanas é uma tendência internacional. Eu não vou abrir mão dos meus princípios. Nós temos um dos trânsitos mais violentos do mundo. Equivale a uma guerra. Estamos muito longe das cidades mais evoluídas, que estão fazendo um esforço maior do que o de São Paulo para reduzir os acidentes. A vida das pessoas não deveria ser razão de partidarização. O bem estar do ciclista não deveria ser razão de partidarização. A priorização das faixas exclusivas para ônibus não deveria ser razão de partidarização. Se está havendo partidarização em torno disso é por causa de um clima político que está sendo alimentado pela intolerância e pelo ódio e não pelo bom senso e pela generosidade. Existe um conceito em engenharia de trânsito chamado trânsito induzido.
Nunca na história de São Paulo se viu a implantação de tantos radares. Inclusive verdadeiras armadilhas como o da Ponte das Bandeiras. Por que o prefeito se submete a tantas decisões impopulares da CET?
Eu confio muito na CET, acho a melhor Companhia de Engenharia de Tráfego do Brasil. De novo, os críticos estão errados em relação à velocidade das vias.Aquele radar que você se refere na Ponte das Bandeiras é o que garante a fluidez da Marginal. Se você abrir o acesso para os carros ali, você vai perder uma faixa da marginal porque a Santos Dumont não comporta tanto movimento.
Quais são as obras que o senhor ainda pretende realizar na zona leste?
Nós já demos ordem de serviço para construir 15 Upas na cidade, a maior parte na zona leste, 16 UBSs, a maioria na zona leste e norte, porque foi onde a gente conseguiu terreno. Mais ou menos 147 equipamentos de educação, que estão entregues ou em obras, com creche, Emef, Emei, nós vamos universalizar o atendimento, este ano a previsão é de abrir pelo menos 40 mil vagas em creches, entre outras.
E quanto à possibilidade de descentralizar a administração, dando mais força às subprefeituras?
Houve uma recentralização muito forte na administração anterior. Eu não estou convencido de que o problema é descentralizar orçamento. Eu estou convencido de que a gente tem que descentralizar poder, porque às vezes um contrato pode ser centralizado e a gestão do contrato não pode ser. Então a vice-prefeita Nádia Campeão tem liderado um processo em que os subprefeitos e os conselhos participativos, que nós criamos, participam cada vez mais da gestão e do acompanhamento dos contratos da Prefeitura. 
A Prefeitura pretende em algum tempo exercer fiscalização sobre a distribuição de panfletos e jornais nos semáforos da cidade?
Nós estamos com pouco agente vistor nas subprefeituras. Agora eu posso pautar na reunião de subprefeitos essa preocupação. Aqui ocorre desleixo com a limpeza da cidade por parte de alguns cidadãos.
Quando a Prefeitura vai cuidar da iluminação das passarelas?
A iluminação pública quando eu assumi era o primeiro lugar de reclamação no 156. Hoje é o 18º. Agora passarela eu preciso checar. O que a gente iluminou de praça, de centro esportivo, baixo de viaduto. A gente está fazendo aquela iluminação pedonal, que é aquela voltada para a calçada, baixinha. Eu vou pedir para o secretário de Serviços Simão Pedro, para incluir naquele projeto de iluminação pedonal as passarelas. De fato não tenho lembrança de São Paulo ter iluminação em passarela. Não me recordo. É uma bela pauta. As únicas iluminadas que eu lembro são as da Praça da Bandeira, para chegar no Terminal. Nunca foram iluminadas, não é que é uma deficiência. Mas também embeleza, torna a cidade mais bonita, além de mais segura. Boa sugestão. Vou encomendar um estudo.
O senhor vai conseguir cumprir o seu plano de metas?
Nós temos 123 pontos no programa de metas da Prefeitura. Nós esperamos cumprir mais de 100. E são 19 que estão com o sinal amarelo de cumprimento, mas nós vamos deixar tudo muito bem encaminhado. Com eu já falei: nós tivemos uma frustração muito grande com o crescimento econômico do período próximo a zero. Agora, administrador não escolhe tempo bom ou tempo ruim. Se você é administrador, tem que administrar no tempo bom e no ruim e ainda, buscar alternativas. Acho que estamos administrando, em tempos de vacas magras, de maneira muito coerente.
Qual foi a maior dificuldade de sua gestão até agora?
Muito provavelmente nós vamos fechar 2013-2016, o período do meu mandato, com crescimento econômico no Brasil de 0%. Se nós levarmos em consideração o crescimento de 2014, 2015 e 2016, o crescimento médio destes anos provavelmente vai chegar a zero e no estado nós teríamos vivido uma recessão nestes anos, ou seja, crescimento negativo. E com tudo isso, mais suspensão de um ano da planta genérica de valores do IPTU, mais passe livre para estudante, mais redução da tarifa, que custou R$ 1,5 bi em 2013, mais pagamento de precatório, R$ 1,5 bi a mais que o previsto por causa da ação no Supremo Tribunal Federal. Com tudo isso, eu não deixei de encaminhar absolutamente nada. Pode ter prejudicado o cronograma, mas o planejamento da cidade está absolutamente garantido com todos os revezes que nós sofremos de arrecadação. Não é brincadeira ser prefeito com 0% de crescimento. Porque em geral o custeio da cidade toma conta do orçamento. Para você expandir serviços é o crescimento econômico que garante a expansão. Nós conseguimos expandir serviços sem crescimento econômico. Então não foi brincadeira não. E o grande legado nosso vai ser a dívida, porque nós conseguimos renegociar a dívida com a União que vai garantir que as próximas administrações respirem um pouco. Porque a dívida com a União chegou a R$ 80 bilhões. Nós vamos derrubar 40% desta dívida, baixar para menos que R$ 40 bi.


Alckmin garante R$ 25 milhões para melhorias dos recursos hídricos e saneamento de SP

Recursos serão liberados por meio do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO); só em 2015, já são mais de R$ 140 milhões investidos
O governador Geraldo Alckmin e o secretário de Saneamento e Recursos Hídricos, Benedito Braga, assinaram na sexta-feira, 14 de agosto, 58 contratos com municípios, órgãos estaduais e entidades da sociedade civil para liberação de recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO). Ao todo, são R$ 25 milhões que serão empregados em planos e obras para proteção e recuperação dos recursos hídricos e melhorias no saneamento no Estado.
“Estamos assinando hoje convênios importantes na área de saneamento básico, recursos hídricos, destinação final de resíduos sólidos, combate a erosão, macrodrenagem nas cidades, do programa nascentes para reflorestamento das matas ciliares, todos de grande interesse da população”, comentou o governador Alckmin.
Os recursos do FEHIDRO permitirão intervenções como: obras de controle de perdas em redes de abastecimento; obras de estações de tratamento de esgoto; implantação de galerias de águas pluviais; promoção de ações educacionais para o uso racional da água; obras para a melhoria dos sistemas municipais de distribuição de água e esgoto; recuperação de nascentes e matas ciliares; entre outras.
Dos 58 contratos, 46 (80%) são com municípios, 7 (12%) com sociedade civil e 5 (8%) com órgãos estaduais. As ações contemplam as seguintes áreas do Plano Estadual de Recursos Hídricos: Planejamento e Gerenciamento de Recursos Hídricos (26%); Serviços e Obras de Conservação, Proteção e Recuperação da Qualidade dos Recursos Hídricos (34%); Desenvolvimento e Proteção de Águas Subterrâneas (3%); Conservação e Proteção dos Mananciais Superficiais de Abastecimento Urbano (9%); Prevenção e Defesa Contra Inundações (12%); Prevenção e Defesa Contra Erosão do Solo e o Assoreamento dos Corpos d’Água (16%).
Esta foi a segunda leva de assinaturas para empreendimentos com recursos do FEHIDRO em 2015. No primeiro semestre, outros 296 contratos foram assinados, no valor total de R$ 117 milhões – só em 2015, portanto, já foram 354 contratos e investimentos de mais de R$ 140 milhões.

Padilha anuncia ser o novo secretário da saúde em visita à redação

Padilha visita Grupo Acontece de Jornais e Revista e anuncia em primeira mão que foi nomeado pelo prefeito Fernando Haddad como secretário da saúde de São Paulo 

Na ultima sexta-feira (14), Alexandre Padilha visitou o Grupo Acontece de Jornais e Revista e em primeira mão anunciou que é o novo secretário da Saúde de São Paulo.
Sempre simpático e atuante na região leste, o atual Secretário de Relações Governamentais da prefeitura de São Paulo, em uma visita ao bairro de São Miguel e Itaim Paulista, fez questão de comparecer à redação do Grupo Acontece. Acompanhado de seus assessores, Padilha cumprimentou a todos e frisou o carinho que tem pela região.
“Sempre fui muito bem recebido por todos daqui, sempre que posso arrumo tempo na minha agenda para vir pessoalmente ver como andam as coisas”, diz ele. 

 O ex-ministro da saúde e ex-candidato à governador, ficou à vontade na redação.  Na ocasião Padilha estava acompanhado do subprefeito do Itaim Paulista, Miguel Gianetti, chefe de gabinete da subprefeitura de são Miguel, Célia Aparecida Assumpção e diversas lideranças da região.

Investimentos na segurança dos moradores

   Obra visando melhoria na mobilidade e na segurança da população foi realizada na Rua Benigno Nogueira Franco
A rua em questão faz divisa entre os municípios de São Paulo e Itaquaquecetuba
     No mês de julho foi concluída a obra que de construção de sarjetão na Rua Benigno Nogueira Franco, Jardim das Oliveiras, que faz divisa com Itaquaquecetuba. A obra teve como principal objetivo a reconfiguração viária e a pavimentação da região. O local é importante interligação entre os municípios de São Paulo e Itaquaquecetuba, com as melhorias realizadas no local à população poderá circular com mais segurança e com mudanças significativas na mobilidade.

Abono do PIS/PASEP começa a ser pago; veja como sacar

Podem sacar os trabalhadores que fazem aniversário em julho
O abono salarial do PIS/Pasep 2015/2016 para quem não é cliente da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil começou a ser liberado no dia 22 para os trabalhadores que fazem aniversário no mês de julho ou têm inscrição final 0 no Pasep.  O benefício é de um salário mínimo, hoje de R$ 788. Têm direito ao abono os trabalhadores e servidores públicos que trabalharam pelo menos 30 dias e receberam, em média, até dois salários mínimos (R$ 1.448) em 2014. Também é preciso estar cadastrado há cinco anos no PIS, no caso dos empregados da iniciativa privada, ou no Pasep, no caso de servidores públicos. Além disso, os patrões desses trabalhadores precisam ter contribuído para o PIS/Pasep e informado corretamente os dados de seus funcionários à Relação Anual de Informações Sociais (Rais). O PIS é pago nas agências da Caixa Econômica Federal.  Quem tem o Cartão do Cidadão pode levantar o dinheiro diretamente nos caixa eletrônicos do banco,  nos correspondentes Caixa Aqui e nas agências lotéricas. Já o Pasep é disponibilizado nas agências do Banco do Brasil. Em ambos os casos, é preciso apresentar um documento com foto. Os bancos já devem ter feito o depósito para os trabalhadores que sejam os seus clientes e façam aniversário em julho ou tenham inscrição final 0 no Pasep. C
aso o trabalhador tenha algum problema ao sacar o recurso, deve ligar para a central de atendimento Alô Trabalho, pelo número 158. O dinheiro fica disponível para o saque até 30 de junho de 2016.

Veja como consultar o saldo
Para ter acesso ao saldo do PIS, é preciso ter em mãos o número do cadastro e acessar o site da Caixa Econômica Federal. Em seguida, o trabalhador deve inserir o número do seu PIS e sua senha e clicar em “serviço do cidadão”. Se ainda não tiver uma senha, basta cadastrá-la na hora. Além dos dados do trabalhador, aparecerá o saldo de quotas, se houver, e o tipo do benefício – rendimento ou abono salarial –, o valor e a situação. Se o sistema apontar como “a pagar”, significa que o benefício ainda não foi depositado na conta do trabalhador. Na situação “pago”, a consulta também permite saber a data em que foi feito o pagamento e a forma como foi feito o depósito – se por crédito em conta corrente ou poupança.
Calendário está sob questionamento
Historicamente, o pagamento do abono é feito no segundo semestre de cada ano para todos os trabalhadores. Desta vez, entretanto, o governo adiou para 2016 a liberação para os trabalhadores que nasceram de janeiro a junho. O objetivo é diminuir o impacto sobre o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A mudança, entretanto, está sob questionamento judicial. A Defensoria Pública da União (DPU) entrou com uma ação para exigir que as liberações sejam feitas em 2015 para todos os trabalhadores.

Estado de São Paulo tem a segunda queda seguida de roubos de carga

Indicador apresentou redução de 11,25% no mês de junho e de 3,85% no último trimestre. Capital e Grande São Paulo seguem tendência e também registraram recuo nos mesmos períodos
Pelo segundo mês consecutivo, o Estado de São Paulo apresenta queda nos roubos de carga. A redução em junho é de 11,25%, com 74 casos a menos em relação a igual mês do ano passado. O indicador passou de 658 para 584. É a primeira vez no ano que o número é menor que 600. A análise do último trimestre também aponta que o indicador está em queda. Houve recuo de 3,85%, no período de abril, maio e junho, em relação aos meses de 2014. O número passou de 2.132 para 2.050 - 82 casos a menos. No semestre, entretanto, houve uma leve elevação de 2,84%.

Capital
Na Capital, também é o segundo mês consecutivo que o indicador apresenta diminuição. A redução em junho foi de 10,53%, com 38 a menos em relação ao mesmo mês do ano passado. O número passou de 361 para 323. Seguindo a tendência do Estado, a análise do último trimestre também aponta que o indicador está em queda. A redução foi de 2,32%, no período de abril, maio e junho, em relação aos meses de 2014. Foram contabilizados 28 casos a menos - passou de 1.209 para 1.181. No semestre, houve uma elevação de 7,61%.
Grande São Paulo
A Grande São Paulo registrou queda de 22,86% nos roubos de carga na região em junho, com 40 casos a menos. É a quarta redução do indicador em 2015. O número passou de 175, em junho de 2014, para 135 ocorrências no mês passado. No comparativo do último trimestre do ano, a queda foi de 7,18%, com 37 casos a menos. O número de ocorrências passou de 515, no período de abril, maio e junho, para 478 nos mesmos meses de 2014. A região fechou o semestre com recuo de 6,51%. Nos primeiros seis meses do ano, houve 69 ocorrências a menos. O número passou de 1.060 para 991.

Prefeitura de SP tem 72 horas para explicar redução de velocidade

Nas pistas expressas, velocidade caiu de 90 km/h para 70 km/h e, nas pistas locais, a redução passou de 70 km/h para 50 km/h. A Prefeitura de São Paulo deverá explicar à Justiça, em um prazo de 72 horas, as reduções de velocidade nas marginais Pinheiros e Tietê desde o último dia 20. A decisão expedida no dia 23 à noite é da 11ª Vara de Fazenda Pública, em resposta ao pedido de liminar feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo.
Nas pistas expressas das marginais, a velocidade máxima caiu de 90 quilômetros por hora (km/h) para 70 km/h e, nas pistas locais, a redução passou de 70 km/h para 50 km/h. Na ação, a OAB-SP traz vários argumentos contrários à medida, que poderia gerar “caos” no trânsito a partir do próximo mês, com o retorno das atividades escolares.
Para a OAB-SP, o trânsito lento vai aumentar a quantidade de ambulantes ilegais, que já atuavam mesmo antes da redução de velocidade, elevando os riscos de atropelamentos. Os motoristas também ficarão mais vulneráveis a assaltos e arrastões.
A Companhia de Engenharia de Tráfego informou, em nota, que é prerrogativa municipal a regulamentação das velocidades nas vias sob sua jurisdição. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), quando o Poder Público instala a devida sinalização na via, pode determinar as velocidades que considerar compatíveis com as respectivas características técnicas do local. Onde não houver sinalização, estão estabelecidas velocidades máximas de acordo com o tipo de viário.
A companhia informou ainda que, após estudos feitos e divulgados anteriormente, decidiu diminuir as velocidades das marginais. Segundo a empresa, a medida foi tomada para reduzir o número de acidentes nas vias.